*Destaque, Goiás, Notícias Gerais MP e Polícia Civil investigam suposto esquema milionário na Comurg

Estão supostamente envolvidos 34 funcionários

A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) encaminhou ao Ministério Público de Goiás (MPGO) e à Polícia Civil do Estado (PCGO) os resultados de uma investigação administrativa preliminar envolvendo 34 servidores. Eles são suspeitos de firmar acordos extrajudiciais com valores considerados acima dos padrões adotados em gestões anteriores.

Segundo a companhia, todos os processos analisados até o momento apresentaram algum indício de irregularidade. Parte das investigações foi finalizada e repassada às autoridades. Os servidores podem responder a Processos Administrativos Disciplinares (PADs), com penalidades que vão de advertência à demissão por justa causa.

Os funcionários chegaram a ser afastados por 60 dias no início do ano, prazo que foi prorrogado por mais 60 dias. Após o término do período, retornaram ao trabalho, mesmo com a investigação em curso.

De acordo com a Comurg, alguns dos acordos foram firmados e pagos em prazos considerados atípicos e com valores acima da realidade. Há casos em que os pagamentos ultrapassaram R$ 2 milhões.

O prefeito Sandro Mabel (UB) afirmou, em nota, que qualquer indício de irregularidade será apurado: “Determinamos rigor na apuração desses casos. Agora, cabe ao Ministério Público analisar os dados e tomar as providências cabíveis. O dinheiro público precisa ser tratado com responsabilidade”.

O presidente da companhia, coronel Cleber Aparecido Santos, declarou que a atual gestão está comprometida com a transparência: “Conduzimos o processo com zelo e repassamos os dados às autoridades competentes. Queremos uma Comurg eficiente e ética, voltada ao interesse do cidadão”.

As investigações seguem em andamento sob responsabilidade do MP-GO e da PCGO, que avaliarão se há elementos suficientes para abertura de inquéritos ou eventual responsabilização judicial.

Com informações do Jornal Opção

Foto: Guilherme Alves/Jornal Opção

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