Procuradoria-Geral do Estado pediu retorno imediato às atividades, sob pena de multa diária no valor de R$ 20 mil
Horas após os servidores técnicos administrativos da Universidade Estadual de Goiás (UEG) anunciar greve, às 14 horas da última quinta-feira (10), o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) deferiu uma liminar para suspendê-la. O pedido foi da Procuradoria-Geral do Estado, que alegou que a paralisação seria ilegal e abusiva.
A PGE pediu que houvesse o retorno imediato às atividades e, caso a decisão não fosse acatada pelos trabalhadores, haveria uma pena de multa diária no valor de R$ 20 mil.
Convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Goiás (Sindipúblico), a greve se pautou, principalmente, na reivindicação da aprovação do Plano de Cargos e Remuneração (PCR). O grupo alega que a UEG é a única universidade estadual do país que não possui um plano de cargos específico para seus servidores técnicos administrativos.
Segundo o juiz do caso, Ricardo Teixeira Lemos, a paralisação traria prejuízos aos estudantes, visto que entre os dias 14 e 16 julho estarão em período de matrículas.
Foto: Divulgação/Sindipúblico
